No dia 4 de abril, o Hospital Estadual Manoel de Abreu (HEMA) comemora seis anos da presença da Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar (Famesp) em sua administração.
Para celebrar a data, a direção da unidade organizou uma semana de atividades internas destinadas a seus 158 colaboradores, com palestra, refeições especiais, sessões de massagens e demais serviços de estética. Um boletim informativo também foi produzido para distribuição entre a população do entorno do Hospital (Alto Paraíso e adjacências), com o objetivo de reforçar a importância da instituição, que é um patrimônio público. A edição conta um pouco da história e dos atuais serviços oferecidos por esse hospital que existe há 63 anos e atende pacientes dos 68 municípios que integram o Departamento Regional de Saúde de Bauru (DRS-6).
6 décadas de história
Fundado em 29 de janeiro de 1951 como Sanatório para Tratamento de Tuberculose, por meio da Campanha Nacional Contra a Tuberculose, o serviço foi transformado em Hospital em 1988, quando recebeu o nome de Hospital Manoel de Abreu (nome de um médico brasileiro que criou a abreugrafia, um tipo de radiografia do tórax) e teve suas ações ampliadas para tratamento clínico, de infectologia e oncologia, com administração da Associação Hospitalar de Bauru.

Vinte anos depois, em 04 de abril de 2008, o Hospital passa a viver uma nova história a partir da celebração de um contrato entre o Estado de São Paulo e a Universidade Estadual Paulista (Unesp), tendo a Famesp como interveniente para administrar as ações e serviços de saúde no Hospital. Nesse período, o Hospital passa a ser denominado “Hospital Estadual Manoel de Abreu”. Em 2013, a Famesp assume integralmente a gestão do Hospital. Hoje, o HEMA atende pacientes de 68 municípios do Departamento Regional de Saúde de Bauru, abrangendo uma área populacional de 1 milhão e 800 mil habitantes, e vem sendo revitalizado com foco na excelência dos serviços prestados.
Estrutura
Atualmente, o Manoel de Abreu conta com 57 leitos, dos quais 26 são destinados para internações de infectologia, 21 para a área de clínica médica e dez para a ala de tratamento de dependentes químicos. Por ano, são realizadas mais de 1.200 internações.
Elaine de Sousa
Assessoria de Comunicação e Imprensa da Famesp



