Atendimento em Casa de Apoio é reconhecido por usuários

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Notícia

Atendimento em Casa de Apoio é reconhecido por usuários

Publicado em : 24 de março de 2014

Marcelo de Oliveira Machado é de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. Rosemeire da Silva, também conhecida como Baiana, é do interior da Bahia e reside em Itaí, a 300 Km de São Paulo. José Antônio Pozi é delegado aposentado, natural de São Paulo, e atualmente mora em Santa Cruz do Rio Pardo.

Marcelo esteve em Botucatu para realizar uma série de exames para uma gastrocirurgia, Rosemeire acompanhou seu marido, Antônio Conceição da Silva, em tratamento no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB) e José realiza tratamento contra um câncer de próstata no hospital.

Marcelo e Rosemeire se hospedaram na Casa de Apoio II durante o período em que estiveram em Botucatu. José continua hospedado na Casa de Apoio I. O tempo de permanência de cada um nas unidades mantidas pela Famesp contribuiu para o tratamento e rendeu elogios à equipe da Casa. Confira abaixo as mensagens deixadas pelos usuários das Casas de Apoio.

Marcelo de Oliveira Machado

“A vida de qualquer indivíduo, considerada no seu conjunto e na sua generalidade e unicamente nos fatos mais salientes, é, em realidade, sempre uma tragédia; mas, examinada nos pormenores, tem o caráter duma comédia. Porquanto o andamento e os tormentos de cada dia, as incessantes amolações do momento, os desejos e os temores da semana, os aborrecimentos de toda hora que nos foram mandados pela sorte sem pausa ocupada em escarnecer-nos, tudo isso são deveras cenas de comédia. Mas as ambições sempre desiludidas, os esforços sempre inúteis, as esperanças esmagadas sem piedade pela fortuna, os erros fatais de toda vida, com a dor que vai aumentando e com a morte por conclusão, eis em verdade a tragédia. Deste modo, e como se à desolação da existência a sorte tivesse querido juntar ainda a ironia, a nossa vida deve compreender todas as dores da tragédia, sem que ao mesmo tempo nos seja possível conservar ao menos a dignidade das personagens trágicas; devemos, ao contrário, nas largas particularidades da vida, ser forçosamente vulgares caracteres cômicos” (Arthur Schopenhauer)
Vocês, amigos, mudam em muito esta teoria filosófica pessimista…Obrigado Adriana, Luiz, Alemão, Paula, Lurdinha, Vera, Rafael, Rogério, Anderson, Luana, Janaina e muitos outros que me permitiram continuar acreditando.

Rosemeire da Silva

Quero agradecer a todos pelo carinho e dedicação que tiveram comigo e com Antônio. Deus continue abençoando a todos. Estou indo, mas levarei todos em meu coração. Deixo um grande abraço a todos os funcionários: Lurdinha, Vera, Luana, Rogério, Rafael, Paula, Alemão, Lucimara, Adriana, Pedro, Anderson, Benísia, Toninha, Sandra e Luizinho.

José Antônio Pozi

Essa Casa funciona porque tem organização, tem administração. A unidade funciona como um relógio. As refeições vêm sempre no horário, os “meninos” que vem me buscar para fazer a radioterapia são todos educados, as funcionárias nos recebem com um sorriso. E isso ocorre, pois tem alguém que orienta. Aqui eu não me sinto doente, me sinto num hotel cinco estrelas. Não imaginava que tivesse um lugar com atendimento tão eficaz.

Sobre as Casas de Apoio

São unidades que atuam como centros de acolhimento. As instalações contam com quartos com banheiros, sala de estar, sala de jantar e cozinha. Toda estrutura tem por objetivo acomodar com segurança, conforto e qualidade os pacientes atendidos no HCFMB.

São montadas e decoradas para que sejam uma extensão da casa do paciente. A ideia é contribuir para breve recuperação e continuidade do tratamento.

Vinicius dos Santos
Assessoria de Comunicação e Imprensa da Famesp